A BELEZA em si é fundamental! Sendo do CORPO ou da ALMA, vai depender de quem a vê. O ideal é que o conjunto da obra seja o complemento tanto do corpo como da alma, já que a BELEZA DO CORPO é passageira, enquanto que a BELEZA DA ALMA se estende além da matéria. A BELEZA vem de dentro para fora, mesmo que alguns procedimentos sejam esternos, mas é internamente que vem a satisfação da BELEZA, fazendo com que uma dependa da outra.

sábado, 7 de setembro de 2013

Drenagem Linfática Manual assossiado a Ultra-som no pós Cirurgico de Lipoaspiração como auxilio do Técnico em estética

Drenagem Linfática Manual assossiado a Ultra-som no pós Cirurgico de Lipoaspiração como auxilio do Técnico em estética

Liandra Lilian Vieira¹ - Técnico em Estética em Estética Facial e Corporal – Florianópolis, Santa Catarina.

Contatos:
¹liandraestetica@gmail.com
Resumo: Esta revisão de literatura aborda a Importância da atuação do Técnico em Estética no Pós Cirúrgico de Lipoaspiração. Fazendo uso do Procedimento de Drenagem Linfática Manual associada a Ultra-som, que é indispensável nos casos de cirurgias de lipoaspiração. A procura incessante pela busca de um corpo perfeito, vem crescendo a demanda de cirurgias estéticas tanto por mulheres e homens. Nas últimas três décadas, a lipoaspiração vem sendo aperfeiçoada; porém, como qualquer outro procedimento cirúrgico, não é isenta de complicações. A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico estético realizado como objetivo da retirada de gordura em pacientes saudáveis e redução do acúmulo de gordura localizada, a chamada lipodistrofia, levando à melhora no contorno corporal. No entanto, como qualquer outro procedimento cirúrgico, a lipoaspiração não é isenta de complicações locais ou sistêmicas. A Drenagem Linfática Manual associada ao ultra-som como uso terapêutico contribui na melhora da qualidade e na velocidade do reparo cicatricial, no pós operatório, evitando complicações e obtendo resultados estéticos mais satisfatórios.

Palavra Chave: Drenagem Linfática Manual, Lipoaspiração, Pós-operatório, Ulta-som.

1 INTRODUÇÃO

A proposta desta revisão de literatura é a importância do procedimento da drenagem linfática manual associado ao ultra-som no pós-operatório da lipoaspiração, com terapias combinadas permitinto o procional de técnico em estética tratar o paciente.
Ter um corpo perfeito exigido pela sociedade, vem crescendo a demanda de cirurgias estéticas tanto por mulheres e homens nas últimas três décadas.
A lipoaspiração é um procedimento cirúrgico não é isenta de complicações, e vem sendo aperfeiçoada, como o objetivo de retirada de gordura e acumulo de gordura localizada em pacientes saudáveis, levando à melhora no contorno corporal.
No entanto, como qualquer outro procedimento cirúrgico, a lipoaspiração não é isenta de complicações  e é onde entra a importância da Drenagem Linfática Manual associada ao Ultra-som como recurso terapêutico, contribuindo na melhora da qualidade e na velocidade do reparo cicatricial, no pós operatório, evitando complicações e obtendo resultados estéticos mais satisfatórios.

2 LIPOASPIRAÇÃO

A Lipoaspiração é procedimento cirúrgico destinado a remodelar a silueta do corpo através da aspiração de depósitos de gordura subcutânea (CARDEIRO, 2004).
Tem como objetivo a retirada de gordura subcutânea a chamada lipodistrofia, levando à melhora no contorno corporal (FRANCO, 2012)
Essas remoções de gorduras ocorrem por meio de cânulas submetidas a uma pressão negativa, e introduzidas por pequenas incisões na pele (CARDEIRO, 2004).
Esta cirurgia pode ser realizada em qualquer região do corpo como: abdômen, região troncantérica (culote), flancos, região submentoniana, região interno das coxas, axilas, região interna dos joelhos, dorso e braços; desde que o paciente não apresente intercorrências clínicas (CARDEIRO, 2004).
A Lipoaspiração é um procedimento invasivo que interfere na função dos tecidos e de sistemas, como vascular e principalmente o linfático, que necessitam de certos cuidados em seu pós-operatório, evitando possíveis complicações e restabelecendo os tecidos em um período de tempo menor (CAMARGO, 2012).

2.1  História e desenvolvimento da lipoaspiração

No passado as primeiras lipoaspirações eram realizadas pelo método “seco”, sem nenhuma infiltração líquida, provocando sangramento intenso com sérias complicações pós-operatório, como os hematomas, infecções, embolia gordurosa, trombose e perfurações (UTIYAMA, 2003).
A Liposucção, ou lipoaspiração foi desenvolvida por Gergio Fischer e seu pai, entre 1974 e 1976, quando publicaram seu primeiro trabalho. Mais tarde foi aprimorado e divulgado por IIIouz e Fournier em Paris.( UTIYAMA, 2003).
Martinez, (2010) relata que Illouz descreveu então a "técnica molhada" com infiltração de solução salina hipotônica e hialuronidase no tecido adiposo previamente à aspiração da gordura. A solução passou a facilitar a remoção da gordura e diminuir o trauma cirúrgico, levando à menor perda de sangue no intra-operatório.
Somente em 1984, Newman usou o termo lipoaspiração para essa modalidade cirúrgica. Atualmente, conceitua-se a lipoaspiração como sendo a remoção cirúrgica de gordura subcutânea por meio de cânulas submetidas à pressão negativa e introduzidas por pequenas incisões na pele (MARTINEZ, 2010).
Em 1986 o dermatologista Jeffrey Klein publicou a técnica de lipoaspiração sob anestesia tumescente,  que consiste na infiltração no subcutâneo de grande volume de solução cristalóide contendo baixas concentrações de lidocaína e adrenalina, seguida de aspiração de gordura usando cânulas de pequeno diâmetro (MARTINEZ, 2010).
A evolução da lipoaspiração nos últimos vinte anos trouxeram novidades nas mais diferentes técnicas (CARDEIRO, 2004).

2.2.1 Instrumentos/Cânulas

O sistema de cânulas cirúrgicas é utilizado várias vezes pelo cirurgião plástico com as normas de segurança em relação à limpeza e à esterilização de acordo com a legislação da ANVISA3-5.(WOLFENSON, 2005)
Na lipoaspiração são introduzidas cânulas de metal com orifícios laterais que fazem a secção da gordura, vem sendo passado por várias modificações quanto à forma ao calibre e ao material utilizado, buscando um melhor desempenho médico, e consequentemente redução das possíveis complicações (GARCIA, 2011).
Segundo Dr. Moisés Wolfenson (2005, p.234) com esse novo sistema haverá segurança ao ato operatório, favorecendo uma recuperação pós-operatória mais rápida e minimização dos riscos de contaminação cirúrgica e infecção hospitalar, refletindo-se em economia pelo não uso de antibióticos na profilaxia das infecções, e, por conseguinte o restabelecimento do paciente em tempo hábil e retorno às suas atividades laborativas e suas extremidades passam por três critérios de mudanças:
a - Cânulas de 1 e 2 milímetros, essas sofreram as mudanças na extremidade com apenas o preenchimento metálico, deixando-se um plano inclinado interno para a passagem da escova de limpeza com facilidade, saindo no orifício mais próximo ao final da cânula (maciças fixas);
b - Cânulas de três (3) a seis (6) milímetros essas tiveram as extremidades maciças rosqueadas, com a retirada da parte final da cânula e perfeita passagem da escova de limpeza própria para retirar sujidades;
c - Cânula para uso a céu aberto com tamanhos de 2 a 5 milímetros, com os orifícios agrupados em um mesmo plano e também com a extremidade maciça e rosqueadas, igualmente, com a passagem da escova de maneira ampla pelo interior da cânula.
http://www.rbcp.org.br/imagens/v24n2a17-fig01.jpg  
Figura 1 - Modelo de cânula com a ponta maciça fixa.
Fonte:http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=473

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Figura 2 - Cânula de ponta maciça rosqueadas.
Fonte:http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=473

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Figura 3 - Modelo de cânula com ponta maciça rosqueada.
Fonte:http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=473

http://www.rbcp.org.br/imagens/v24n2a17-fig04.jpg
Figura 4 – O Dr. Wolfenson indica este Kit com quatro (4) cânulas rosqueadas.
Fonte:http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=473


2.3 Fases do pós-operatório

Na lipoaspiração temos três (3) fases que são divididas em: a fase inflamatória aguda que tem como início a formação de fibrina; às plaquetas que são responsáveis pela formação dos coágulos e pelo aumento da permeabilidade vascular, o que resulta em edema; a fase de proliferação também denominada de fibroplasia, sobrepõe-se ao final da fase inflamatória, é iniciada com três (3) dias após a lesão, onde os fibroblastos e as células endoteliais formam o tecido de granulação e a última fase denominada remodelamento consiste em uma cicatrização composta de fibroblastos inativos (CUNHA, 2013).

2.4 Complicações do pós-operatório

No entanto, como qualquer outro procedimento cirúrgico, a lipoaspiração não é isenta de complicações locais ou sistêmicas. Dentre as inúmeras complicações locais, destacam-se irregularidades na pele (visíveis e palpáveis) edema prolongado, equimoses, hiperpigmentação, alterações na sensibilidade da pele, seromas, hematomas, correção insuficiente da lipodistrofia, úlceras e necroses da pele, infecções locais, dermatites de contato, cicatrizes inestética e epersistência do edema. Dentre as complicações sistêmicas da lipoaspiração clássica destacam-se perfurações viscerais, reações alérgicas a medicações no intra e pós-operatório, reação febril, infecção sistêmica, arritmias cardíacas, taquicardias, anemia, choque hipovolêmico, tromboembolismo pulmonar e trombose venosa profunda, embolia gordurosa, síndrome da embolia gordurosa, sepse e até mesmo o óbito (FRANCO, 2012).
Segundo Cunha (2013) o seroma tem sido uma das principais complicações pós-cirúrgica, sendo uma coleção fluida que apresenta características de exsudato com predomínio de neutrófilas e altas taxas de proteínas. Os mecanismos responsáveis pela sua formação são:
[...] secção de numerosos canais linfáticos, espaço morto decorrente do extenso descolamento do retalho dermogorduroso, forças de cisalhamento entre o retalho e a aponeurose; liberação de mediadores inflamatórios. Seromas crônicos não tratados podem levar à formação de uma cápsula fibrosa ao seu redor. Essa cápsula pode sofrer um processo de contração, evoluindo em alguns casos para deformidade.(CUNHA, 2013)


2.5 Cuidados pós-cirúrgicos

Em toda cirurgia plástica é provocado lesões devido o descolamentos dos níveis dérmicos e subdérmicos da pele, que desencadeiam um processo inflamatório que é a resposta do organismo à agressão. (GUSMÃO, 2010)
Com o objetivo de reduzir o alto índice de seroma no pós-operatório algumas medidas têm sido preconizadas, como a manipulação reduzida do retalho cutâneo, menor tempo operatório, e uso de drenos de sucção e uso de malhas de compressão no pós-operatório durante um tempo que pode variar de 30 a 60 dias (CUNHA, 2013).

3 SISTEMA LINFÁTICO

No corpo humano temos o sistema linfático, formado por um conjunto de canais que formam uma densa rede capilar por todo o organismo tendo seu ponto de “início-fim” nos coletores pré e pós-linfáticos, os gânglios linfáticos presente em todas as regiões dos membros. A pele, o tecido subcutâneo, as aponeuroses, os músculos, os tendões, os ossos, as articulações, as cápsulas articulares e suas dependências ligamentares, os nervos e os próprios vasos são objetos de uma cobertura linfática (CEOLIN, 2006).
O sistema linfático drena o excesso de fluido dos tecidos, e fornece mecanismo de defesa para o corpo é uma das funções mais importantes do sistema linfático, é o retorno da proteína, água e eletrólitos dos espaços teciduais para o sangue (CEOLIN, 2006).

3.1 Drenagem linfática manual

A drenagem linfática manual pode ser utilizada como um recurso terapêutico para o tratamento de patologias que cogitam no âmbito estético e clínico, atuando de modo isolado ou combinado com outros procedimentos (DUARTE, 2012).
Garcia (2010) Cita que o método de LEDUC em lipoaspiração de delimitar o corpo, ou seja, os principais pontos da linfa, dividindo em porção inferior e superior, proximal para distal; os movimentos devem ser realizados em sequência, ao movimento de evacuação e reabsorção.
Ceolin (2006) cita que para Leduc, a função principal do gânglio linfático é a preservação do organismo contra qualquer agressão de substâncias estranhas. Essa defesa é o resultado de uma reação imunológica muito complexa. O gânglio linfático é composto de células linfóides e reticulares. As linfóides são portadoras de memória imunológica, sendo essenciais no mecanismo de reações imunitárias, e as reticulares tendo a função de fagocitose e pinocitose.
Ceolin (2006) relata a principal finalidade do método de Leduc de esvaziar os líquidos exsudados e os resíduos metabólicos por meio de manobras nas vias linfáticas e nos linfonodos.
Para realizar a Drenagem Linfática Manual, deve-se ter a consciência de que estamos drenando, e que para isso não há necessidade de movimentos fortes de compressão, as manobras são lentas, rítmicas e suaves, devendo sempre direcionar sua pressão, obedecendo o sentido atingido imprescindível de uma sequência especifica na região do corpo onde as manobras são executadas (CEOLIN,2006).
Os objetivos da Drenagem Linfática Manual são recolocar em movimento o liquido intersticial e permitir uma maior reabsorção dos excessos de líquido e das macrocélulas por intermédio do sistema linfático, favorecer a abertura dos capilares linfáticos e com isso a eliminação dos resíduos provenientes do metabolismo celular, aumentar a regeneração celular e estimular o sistema imunológico (CARDEIRO, 2004).
Figura 5: Sentido da Drenagem Linfática - Linfa
Fonte:http://www.fisio-tb.unisul.br/Tccs/06b/marianaceolin/artigomariana.pdf


3.2 Drenagem linfáticas manual no pós-operatório de lipoaspiração

A Lipoaspiração produz a lesão de vasos linfáticos e de terminações nervosas, principalmente quando não respeita a região areolar do tecido gorduroso subcutâneo, e a técnica não é bem acurada propiciando o aparecimento de hematomas, equimose, edema e alterações na sensibilidade (como a hipoestesia ou hipoestesia) (CARDEIRO, 2004).

4 ULTRA-SOM

Ultra-som refere-se às vibrações mecânicas que são essencialmente as mesmas ondas sonoras, mas com frequência mais alta. Essas ondas se situam fora do alcance da audição humana, e, portanto, podem ser também chamadas de ultravibração. As ondas sonoras são uma série de compressões e rarefações mecânicas na direção do trajeto das ondas longitudinais que podem ocorrer em sólidos, líquidos e gases (LOW, 2001).
O ultra-som terapêutico na freqüência de três (3) MHz, é bastante usado na fase inflamatória para reabsorção de hematomas, diminuindo as chances de formações fibróticas e ainda melhoram a nutrição celular, reduzindo o edema e a dor, consequências da melhora na circulação sanguínea e linfática. A drenagem linfática manual atua no deslocamento de proteínas extravasadas para serem reabsorvidas, equilibrando as pressões hidrostáticas e tissulares, diminuindo o edema e pode ser iniciada após 48 horas de ocorrido a cirurgia (COUTINHO, 2006).
4.1 Drenagem linfática manual associada ao ultra-som

A drenagem linfática manual e a utilização do ultra-som de três (3) MHz na forma pulsada mostraram-se eficazes no pós-operatório de lipoaspiração associada (Camargo, 2012).
Camargo (2012) relata que segundo um estudo que foi descritivo do tipo de relato em série de casos, com abordagem quantitativa, realizado no Consultório Médico do Dr. Leandro Luiz Toledo em Apucarana–Paraná. A amostra foi composta por cinco (5) mulheres. Todas as participantes da pesquisa foram atendidas sob um protocolo de tratamento que continha a realização da drenagem linfática manual, e a utilização do aparelho de ultra-som de três (3) MHz no modo pulsado.
Segundo Camargo (2012) foi obtido bons resultados, trazendo benefícios como a redução de edemas, de hematomas, fibroses e melhor cicatrização e redução da dor, podendo então ser adotado como um protocolo seguro de tratamento.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nota-se neste trabalho que a atuação do esteticista proporciona uma grande importância no pós-operatório, e o tratamento do paciente de imediato após a cirurgia de lipoaspiração.
O uso da Drenagem Linfática Manual e o Ultra-som em conjunto é um recurso eficaz, pois esta associação é considerada pelo técnico em estética, como uma grande aliada na recuperação do paciente no pós-cirúrgico de lipoaspiração, obtendo-se diminuição considerável em complicações e também restabelecendo o sistema linfático.
Fica notória a importância do cirurgião plástico em parceria com o técnico em estética através de suas manobras drenantes com o uso do ultra-som no pós-operatório.
Através deste trabalho à importância e a necessidade da atuação da esteticista nos pós-operatório em cirurgias plástica, realizando um tratamento correto e obtendo resultado na cirurgia satisfatório e ajudando a evitar maiores complicações, ou até mesmo tratar futuras complicações que possam surgir.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Ataliba Ronan Horta de; MAFRA, Andre Villani Correa; ARAÚJO, Gnana Keith Marques de; Metodologia para análise de resultados em lipoaspiração - Rev. Bras. Cir. Plást. 288 2011; 26(2): 288-92; Disponível em: <http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=834> Acesso em: 09/07/2013.

CAMARGO, Naiara Daiane; HAYASHI, Daniela; SILVA, Luis Fabiano Andrade; NOGUEIRA; Ana Carolina da Silva; PEREGRINE, Alessandra; TSUKAMOTO; Heloísa Freiria; Efeitos Da Drenagem Linfática E Ultra-Som Em  Pós-Operatório De Abdominoplastia Associada À  Lipoaspiração – VI Congresso Multifuncional em Saúde de 18/06 a 22/06/2012 Enígmas da Dor; Disponível em: <http://www.unifil.br/portal/arquivos/publicacoes/paginas/2012/8/485_782_publipg.pdf>; Acesso em: 31/07/2013.

CEOLIN, Mariana Marcelo; Efeitos Da Drenagem Linfática Manual No Pós-Operatório Imediato De Lipoaspiração No Abdome,Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Fisioterapia, como requisito para obtenção do título de Bacharel em Fisioterapia, Universidade do Sul de Santa Catarina, 2006. Disponível em: < http://www.fisio-tb.unisul.br/Tccs/06b/marianaceolin/artigomariana.pdf>, acesso em: 16/05/2013.

CUNHA, Thaisa Rodrigues; os efeitos do ultra som de 3 mhz aplicado no pós Operatório de lipoabdominoplastia; Pontifícia Universidade Católica de Goiás; Goiás; 2013; Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbcp/v27n1/23.pdf>; Acesso em: 16/05/2013.

DUARTE, Marcelo Silva; ZAFANELI, Ana Paula Mendes; A Drenagem Linfática Manual na estética. Uma revisão bibliográfica; Curso de Fisioterapia - UNINOVE (Universidade Nove de Julho);2012; Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/ABAAABYlQAK/drenagem-linfatica-revisao?part= > Acesso em: 30/07/13.

DURVAL NETO, Gastão Fernandes; Alterações Fisiológicas Decorrentes da Lipoaspiração - Anestesia para Cirurgia Plastica - Capítulo 8 - p. 107 à 129.

FRANCO, Fernando Fabrício; BASSO, Rafael de Campos Ferreira; TICANCI, Alfio José; KHARMANDAYAN, Paulo; Complicações em lipoaspiração clássica para fins estéticos - Rev Bras Cir Plást. 2012;27(1):135-40; Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbcp/v27n1/23.pdf >; Acesso em: 16/05/2013.

GARCIA, Nei Maia; Passo-a-Passo da Drenagem Linfática Manual em Cirurgia Plástica – Brasília: SENAC, P.136; 2010.

GRESPAN, Regina Maura; MONTONHER, Ana Vanderleia; ALBERTI JR., Oswaldo; TORCCHIO, Thais Fonseca; OLIVEIRA, Valeria Marcondes de; OLIVEIRA, Álvaro Pereira de; Ultra-som Externo: vale a pena associá-lo previamente à lipoaspiração? Revista Oficial da SBME; P.12 à 16; Disponível em: < http://cabescientifica.files.wordpress.com/2009/10/ultra-som-associado-a-lipoaspiracao.pdf>; Acesso em: 26/06/13.

GUSMÃO, Carlos; Drenagem Linfática Manual: Método Dr. Volder/Carlos Gusmão, São Paulo: Atheneu Editora; p. 83 a 85; 2010.

KITCHEN, Sheila; Eletroterapia: prática baseada em evidências; Tradução da Il.ed. original Lilia Breaternitz Ribeiro; revisão de literatura) – Cápitulo 14 – Terapia com ultra-som - 2 ed. –  Barueri, SP: Manole, 2003.

LOW, Jhon; Ultra-som Terapeutico - Eletroterapia explicada :   princípios e prática /   John Low, Ann Reed : apresentação de Mary Dyson ; revisão científica Raquel A. Casarotto. –Capitulo 6 - Editora Manole – 1ª edição brasileira – 2001.

MANG, Werner L.; Lipoaspiração – Manual de Cirurgia Estética / Wener L. Mang; tradução Pedro Bins Ley, Débora Léssa da Silva Nora – Porto Alegre – Artmed 2006; v. 2; P. 203 a 285.

MARTINEZ, Marcos Antonio Rodrigues ; OKAJIMA, Renata Mie Oyama; PROTO, Rodrigo Sestito; LOURENÇO, Luciana de Matos; MACHADO FILHO, Carlos D'Apparecida Santos; Estudo de 543 Pacientes Submetidos à Lipoaspiração Tumescente - Surg Cosmet Dermatol. 2010; 2 (3): 155-8; Disponível em: < http://www.surgicalcosmetic.org.br/public/artigo.aspx?id=73>; Acesso em: 15/05/2013.

UTIYAMA, Yassunobu; DI CHIACCHIO, YOKOMIZO, Nilton Vânia; BENEMOND, Tânia Maria; METELMANN, Ursula; Estudo retrospectivo de 288 lipoaspirações realizadas no Serviço de Dermatologia do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo*An bras Dermatol, Rio de Janeiro, 78(4):435-442, jul./ago. 2003. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/abd/v78n4/16904.pdf>; Acesso em: 16/05/13.

VIEIRA, Tauana Sofia; NETZ, Daisy Janice Aguialar; Formação da Fibrose Cicatricial no Pós-Cirúrgico de Cirurgia Estética e Seus Possíveis Tratamentos: artigo de revisão; Disponível em: < http://siaibib01.univali.br/pdf/Tauana%20Sofia%20Vieira.pdf>; Acesso em: 16/05/2013.


WOLFENSON, Moisés; Novas cânulas para lipoaspiração e lipoenxertias: com pontas maciças fixas e pontas maciças rosqueadas; Revista Brasibeira de Cirurgia Plástica; Vol. 24 nº 2 - Abr/Mai/Jun de 2009; P. 234 a 236; Disponível em: < http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=473>; Acesso em: 09/07/2013.

TUDO SOBRE O PAPEL DA DRENAGEM NA CIRURGIA PLÁSTICA

 
Drenagem linfática é fundamental para recuperação e bons resultados após lipoaspiração
É cada dia mais comum as mulheres passarem por processos cirúrgicos em nome da estética e beleza. É o caso da lipoaspiração – retirada de gordura localizada com a finalidade de modelar o corpo. Esse procedimento é hoje um dos mais procurados em clínicas e consultórios médicos. Após a operação, é natural surgirem dores, edemas, equimoses, entre outros desconfortos, que infelizmente costumam se manter por muito tempo. 
Com a ajuda da drenagem linfática, esses sintomas são minimizados em poucos dias, trazendo de volta o bem estar, sem dores pós-cirúrgicas. “A drenagem linfática é uma técnica de massagem realizada com as mãos para desintoxicar o organismo. Atua como uma faxina no organismo.”, explica Adriana Tavares, massoterapeuta e esteticista do salão Yes, em São Paulo.
“O método ainda facilita a remoção do sangue e água acumulado nas regiões próximas à cirurgia, descongestiona os vasos e tecidos, reforça a capacidade de autodefesa do organismo, purifica o corpo e acelera o metabolismo”, completa.
Técnicas
Algumas técnicas de drenagem linfática foram introduzidas no Brasil e hoje são muito populares: Foldi (Alemanha), Leduc (Bélgica), Casley Smith (Austrália).
No Yes, Adriana Tavares atua com o conceito de Leduc, um tipo de drenagem linfática que consiste em uma massagem mais profunda, capaz de atingir com maior eficácia todas as regiões agredidas na cirurgia. “Em casos de pós-operatório é a melhor técnica. Os resultados são mais rápidos”, pontua.
Pré-operatório
Para quem tem tempo de se programar, é altamente recomendável abrir um espaço na agenda semanas antes da cirurgia, para se submeter a sessões de drenagem. A drenagem linfática no período pré-operatório atua como um paliativo. “Previne possíveis efeitos pós-cirúrgicos, sem dúvida. E ainda ajuda a acelerar a recuperação da pele do paciente depois que passar pela cirurgia”, garante Adriana.
Tempo e eficácia
Antes da cirurgia são recomendáveis no mínimo cinco sessões. Em média são gastas de sete a oito sessões para que a mulher se sinta melhor e livre dos sintomas do pós-operatório. “As mulheres podem atingir até 100% de sucesso com a massagem, resultando no combate e prevenção de edemas, retrações cicatriciais, fibrose, lipoma e inchaços”, categoriza Adriana. “Os resultados são satisfatórios, e o melhor, diferente das outras técnicas, a recuperação é rápida”, encerra Adriana.
   Christiane Alves

Fonte: http://revistapersonalite.com.br/

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

MICROPUNTURA NA REGIÃO NASOLABIAL (BIGODE CHINÊS)



Acompanhamento do Tratamento de Micropuntura em Estrias Atroficas

A Estria atrófica: caracteriza-se por uma atrofia, resultando em adelgaçamento, secura, formação de pregas, perda de elasticidade, aspecto de fibrose e rarefacção de pelos. Foi feito 5 sessões de micropuntura, já que estas são bastante antigas. Neste momento estão passando pela fase de cicatrização, onde já se nota uma melhora no tecido fibroso (alisamento do tecido) substituindo-o por células novas, restabelecendo a elasticidade, diminuição na espessura e o aspecto saudável da pele. Obs.: Fica difícil de observar por foto os resultados, já que a recuperação total leva aproximadamente 6 meses. A cliente ainda vai passar por uma nova avalição pois neste caso deve-se realizados mais 5 sessões e obter resultados satisfatórios..








Procedimento realizado por Liandra Esteticista

MICROPIGMENTAÇÃO EM CICATRIZ

O procedimento foi feito em cicatrizes de diferentes tipos. Fotos tiradas logo após o procedimento.






Prodedimento relizado por Liandra Esteticista

Estrias

Tratamento das estrias
As estrias atróficas são lesões decorrentes da degeneração das fibras elásticas da pele que ocorrem por sua distensão exagerada ou devido a alterações hormonais. É comum o surgimento durante a puberdade em decorrência do crescimento acelerado nesta fase da vida e também na obesidade e na gravidez. Atinge os dois sexos porém é mais frequente no sexo feminino, sendo uma das principais queixas de estética entre as mulheres.
A ruptura das fibras forma lesões lineares, geralmente paralelas, que podem variar de 1 a vários centímetros de extensão. Surgem principalmente nas coxas, nádegas, abdomem (gravidez), mamas e dorso do tronco (homens). Inicialmente as lesões são avermelhadas ou róseas evoluindo mais tarde para uma tonalidade esbranquiçada, com pele de aspecto deprimido. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras que a pele sadia. A pele na área afetada tem consistência frouxa.
Estrias antigas na coxa
Fonte: www.dermatologia.net

Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Micropuntura


Foram feitos 5 sessões para atenuar a região nasolabial.
Procedimento realizado por Liandra Esteticista

terça-feira, 16 de abril de 2013

A Dança do Ventre e sua Sensualidade

                                                       


A dança do ventre surgiu em várias culturas, há indícios de que possa ter
surgido no antigo Egito por volta de 7.000 a.C, onde eram realizadas por
sacerdotisas para rituais de fertilidade e adoração, e também existem
pesquisadores que acreditam que ela tenha surgido com um povo mais antigo, os sumérios, proveniente de um ritual sagrado.
O verdadeiro nome dessa dança é Raks Sharki (dança do oriente), no Brasil
é chamada de Dança do Ventre, esta é uma dança produzida por mulheres e para as mulheres, foi desenvolvida num tempo onde às deusas estavam vivas e presentes em forma de mito, num tempo onde à mulher e a serpente eram
sagradas.
A dança do ventre é extremamente sensual, estimula o corpo, acaba com a inibição e mexe com a fantasia e o emocional das pessoas. Os movimentos são sensuais e sem apelar para a vulgaridade, melhora a mobilidade articular, a feminilidade, a maternidade, a consciência corporal, estimula a auto-estima e é um poderoso exercício físico.Podendo ser praticada desde a adolescência (após a menarca) até a "melhor" idade.
Esta dança envolve o conhecimento e a movimentação de todo o corpo, atua como um estímulo ao refinamento do comportamento, da necessidade de gostar-se mais e da valorização de si mesma. Seus movimentos são marcantes pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, movimentos de mãos e braços, tremidos e batidas de quadril (shimmies) entre outros.
Em termos terapêuticos a dança do ventre alivia os efeitos da tensão pré-menstrual, a sensação dolorosa e o desconforto abdominal, previne distúrbios da menstruação e disfunções sexuais como a frigidez, e pode ajudar no combate a prisão de ventre (a dança promove uma massagem nos órgãos internos pelos movimentos ondulantes e pelo trabalho com a respiração).
Com tantos benefícios, a dança do ventre é vista hoje em dia não somente como uma arte milenar, mas como uma atividade física que traz diversos benefícios aos seus praticantes. Alterna exercícios aeróbicos e localizados que funcionam através de seu ritmo e exercícios intensos de quadril (movimentos pélvicos circulares, arredondados, espirais, torções, entre outros), abdômen, pernas, braços, mãos, cabeça, glúteos,trabalhando o corpo por completo e minucioso, resgatando as linhas orgânicas e a coordenação motora. Tem efeitos fisiológicos: intestinos, útero e ovários.
Existem variações da dança do ventre  como:

- Dança dos Sete Véus: a dançarina inicia com sete véus amarrados no corpo, cada um de uma cor que correspondem aos sete chakras. Ao decorrer da dança, os véus vão sendo desamarrados um de cada vez, o que representa a abertura de cada chakra. Por ser uma dança de ritual era dançada vestindo-se apenas os véus. Atualmente se usa por baixo uma roupa comum da dança do ventre preferencialmente na cor lilás ou branca, que simboliza a transmutação.

- Dança dos Cinco Elementos: estes elementos são: água, terra, fogo, ar e o éter, sendo esta uma dança de devoção.
  • O ar é dançado com os movimentos dos véus;
  • A água recebe ondulações das mãos como os movimentos da sereia e do parto;
  • A terra vem com o movimento da representação do crescimento de uma árvore;
  • O fogo é representado por movimentos de serpente e ondulatórios de quadril, que simboliza a subida da kundaline (energia sexual);
  • O éter tem seu simbolismo no camelo, por ser um animal que consegue passar longos períodos sem água ou alimentação em condições adversas, como se sua força viesse de uma fonte de energia não material.
- Dança da Espada: diz-se que antigamente as mulheres tomavam as espadas dos guardas nas tabernas e ficavam dançando com elas, equilibrando-as na cabeça e em outras partes do corpo e assim teria surgido esta dança.
Há ainda muitas outras danças consideradas folclóricas como a dança das flores, dança do candelabro, do dabke, do punhal, a dança da bengala, do khaliji entre outras, cada uma com suas características particulares.
A dança realiza exercícios diante do espelho, você em contato com a sua projeção e é nessa projeção que a mulher muitas vezes a percebe seu corpo em sintonia com sua alma, trabalhando o corpo e seus chakras. É uma descoberta de uma sensualidade que existe em você que muitas vezes se perde com os dias de hoje, com a correria do dia-a-dia. Através dessa projeção com o passar das aulas e a mudança acontecendo dentro de você, vem a vontade de colocar toda essa sensualidade para fora e assim incorporando a dança como por exemplo: as moedas em torno dos quadris que servem de guia para saber se o movimento está sendo realizado corretamente, a música, roupas e a maquiagem.
E é claro que com essa entrega a dança a mulher seja em qualquer idade aumento seu libido e auto-estima. 
Cuidado homens ...















Liandra Lilian Vieira

domingo, 14 de abril de 2013

DIREITO E ESTÉTICA (PRÉ E PÓS OPERATÓRIO DE CIRURGIA PLÁSTICA/ESTÉTICA)


regulamentação da profissão de Estética, objetivando a divulgação da norma que estabelece a ética, direitos e obrigações. O intuito é que Técnicos em Estética,Tecnólogos em Estética e Esteticistas (que também, preparam-se para adentrar no mundo acadêmico), possam em união, desfrutar dessa conquista que por muitos anos, esteticistas de todo Brasil, lutaram pelo reconhecimento da profissão.
A sociedade sempre buscou o mundo da estética, seja para o embelezamento, seja para dar continuidade aos tratamentos dos pós-operatórios, seja por compartilhar com o profissional de Estética momentos de tristeza e de alegrias, de dúvidas, de angústias e ansiedades. Em verdade, a relação entre profissional e cliente, tornou-se muito forte, criando-se um vínculo de afeto, responsabilidade e respeito, ou seja, a estética vem adquirindo um novo conceito, não apenas na visão do “embelezamento”, mas como junção entre a imagem pessoal e a sensibilidade em lidar com os sentimentos de seus clientes, em síntese; a relação deve ser sincera, principalmente em se tratando de um ser humano, que, em algumas situações, está sensível e desorientado, buscando compreensão e refúgio para seus problemas.
Procurando o melhor em tecnologia e no atendimento, a Estética ramifica-se criando novos ramos que valorizam a especificidade da área, como por exemplo; os pré e pós-operatórios de cirurgia plástica/estética, Drenagem Linfática Manual, eletroterapia, estética facial, estética corporal, terapia capilar entre outras.
Quanto aos direito adquiridos por profissionais de Estética, pode-se afirmar que a estética ganha força total no mundo do Direito, o que é legitimado através da regulamentação da profissão e que permite legalmente aplicação de técnicas e eletroterapia na estética, que por muitos anos esteticistas já dominavam a técnica e, que estavam ameaçados de perder história de lutas, de perseverança, de conduta
honrosa e digna, dando mérito às decisões de nossos governantes, por decidirem positivamente sobre a regulamentação da profissão, sendo a mesma, uma das mais antigas na sociedade brasileira e no mundo. Esse movimento não foi em vão, pois o
congresso nacional decreta a regulamentação das profissões de Técnico em Estética e Tecnólogo em Estética, garantindo por Lei a formalização do diploma em Instituições, através do MEC. 

Surge o Direito para legitimar a proteção para o esteticista , no entanto, quando adquiri-se Direitos, as obrigações também surgem e a responsabilidade cresce, portanto, deve o profissional cumprir com sua responsabilidade e garantir assim, o direito à segurança, o direito da igualdade, o direito da dignidade da pessoa humana, direitos esses que a Lei garantirá ao profissional, entre outros direitos que rege a nossa constituição Brasileira. Só conhecimento não basta, o importante é praticá-lo com clareza, sensatez e competência, buscando a cada dia informações sobre o modo de agir, da conduta, da ética, distinguindo o lícito do ilícito, de forma que nenhuma pessoa ou órgão tenha o poder de acusá-lo de um ato impróprio. Ao contrário, responderá pelo ato ilícito, por não cumprir os requisitos da Lei. Se a lei diz para não fazer e assim mesmo o faz, nesse momento assume toda a
responsabilidade do ato cometido.



1. 1 ETICA E ORDEM JURÍUDICA

A Ética é uma ciência que busca a compreensão do comportamento humano, analisa a conduta do homem através dos costumes, dos valores e de suas crenças. É nesse contexto que a ética analisa as ações do homem para melhor orientá-lo. Há momentos em que o homem precisa tomar decisões e muitas vezes torna-se um momento muito difícil, principalmente quando homem precisa julgar o seu próximo, então, o que vai realmente interferir nesse julgamento são os meios e modo que esse homem foi ensinado, e conduzido à sociedade, portanto, é fundamental a atitude, pois é com ela que se irá discernir no que é justo ou injusto, no que é bom ou mau. Aristóteles pronunciou que o homem é um ser racional, se refletirmos neste ponto, pode-se entender que isso faz do homem um ser diferente do animal, esta é
uma das características do ser humano, pois o homem pode pensar, decidir e escolher. E o que dizer da moral?
Moral se compreende por um conjunto de normas e condutas que controlam o comportamento do homem, são regras impostas pela sociedade para estabelecer a ordem e os princípios fundamentais do ser humano. O ser humano precisa de disciplina, para que haja respeito e solidariedade entre a comunidade. THOMAS HOBBES dizia que a natureza do homem é má e egoísta. Para HOBBES, o homem sempre será o lobo do próprio homem, precisa do Estado para controlá-lo e manter a ordem.
Quando nos deparamos com a expressão de HOBBES, no primeiro momento surge um efeito de crueldade à pessoa humana pela expressão do autor, porém; essa expressão identifica o desinteresse do próprio homem por sua espécie, afirmado que o homem é capaz de destruir seu próximo, não medindo esforços para conseguir seus objetivos. É nesse sentido que HOBBES acredita que o homem precisa ser dominado, e que o Estado é o meio para controlar o impulso da maldade do ser humano. Através dessa análise, pode-se entender o “Porquê” do nascimento da Norma Jurídica, para impor a Lei. A Norma Jurídica é o controle social, ela nasceu dos costumes e valores de uma sociedade, estabelecendo as relações humanas, a ordem e a organização da comunidade.
Para que haja uma organização é preciso que exista uma doutrina coercitiva para impor regras, deveres e direitos, e assim, compreender porque nasceu o Direito na sociedade, visto que ele exerce força coercitiva que garante a ordem social através do Estado, o Direito surgiu para controlar, corrigir e fazer com que a LEI seja cumprida.
A História vem mostrando mudanças na sociedade através do comportamento e do entendimento do homem, o que teve como consequência, uma transformação na conduta humana, estabelecendo no mundo atual, novas regras. É evidente que no passado havia situações que para aquela sociedade eram ilícitas, mas com o passar dos séculos, deixou de ser ilícitas tornando-se lícitas, formando assim, uma nova sociedade .
Nasce então métodos na sociedade para disciplinar, corrigir, controlar o comportamento do cidadão, nesse sentido surgi o Direito, para que se faça justiça, dando ao homem também o direito à defesa. O Direito impõe as obrigações e deveres de forma que os indivíduos cumpram a LEI sem ter que sofrer uma ação coercitiva da força social organizada. Portanto, sabemos que não existe Direito sem a sociedade, nem sociedade sem o direito (Ubi Societas, ibi jus). O Direito é fundamental na vida do ser humano.

1.1 ESTÉTICA E REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO

A Constituição Federal Brasileira é a Lei suprema outorgada à nação, pela vontade soberana do povo, por meios de seus representantes escolhidos. A
constituição é expressa e costumeiras(não escrita), no sentido de Direito público e supremo, designa normas fundamentais, tendo por finalidade estabelecer todas as formas necessárias para delimitar a competência dos poderes públicos, impondo as regras de ação das instituições públicas, e as restrições que devem ser adotadas para garantia dos direitos individuais. DE PLÁCIDO E SILVA (2008).

1.2 FEDERAÇÃO

Segundo Plácido Silva, a Federação é empregado na técnica do Direito
Público, representada como a união indissoluvelmente instituída por Estados
independentes ou da mesma nacionalidade para a formação de uma só entidade soberana. Portanto, pode-se entender que tudo que está relacionado na Federação, refere-se ao Estado soberano, “federal”, e às coletividades públicas unidas na federação tem referencia “ federado”.

1.3 A FEBRAPE – FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS
ESTETICISTAS .

A FEBRAPE é uma entidade que surgiu com o intuito de unificar as
associações de Esteticistas e representá-las diante dos governos, instituições e entidades que a representasse à toda sociedade brasileira, desde que estejam todas regulamentadas e reconhecidas legalmente. A Federação sobre poderes legais objetiva o nascimento da ética, dos valores, da moral da classe organizada, tendo por incentivo o movimento cidadania e responsabilidade social.
Segundo Rosângela Façanha, presidente da FEBRAPE, a Federação
desenvolve um canal de comunicação com os poderes; Executivo, Legislativo e
judiciário.

2 REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE ESTÉTICA CÂMARA DOS DEPUTADOS
PROJETO DE LEI Nº 595 , DE 2003

Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Técnico de Estética e de
Tecnólogo em Estética.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Esta lei visa regulamentar as profissões de Técnico em Estética e de
Terapeuta Esteticista. (Tecnólogo em Estética).

Art. 2º O exercício das profissões de Técnico de Estética é privativo:

I – dos portadores de diploma do Curso de Formação de Estética Facial e Corporal, no caso do Técnico de Estética;
II – dos portadores de diploma de Nível Superior de Tecnologia em Estética, no caso do Terapeuta Esteticista;
III – dos que até a data da publicação desta lei tenham comprovadamente exercido a atividade de Esteticista por mais de cinco anos.
Art. 3º Compete ao Técnico de Estética atuar na área de estética facial e corporal mediante as seguintes atividades:

I – análise e anamnese da pele;
II – limpeza de pele profunda;
III – tratamento de acne simples com técnicas cosméticas;
IV – tratamento de manchas superficiais de pele;
V – procedimentos pré e pós cirúrgicos como drenagem linfática, eletroterapia facial, massagens relaxantes e aplicação da cosmetologia apropriada;
VI – auxílio ao médico dermatologista e cirurgião plástico nos tratamentos pós
procedimentos dermatológicos, bem como pré e pós operatórios em cirurgia plástica;
VII – auxílio aos setores de dermatologia em ambulatórios hospitalares dos centros de tratamento de queimaduras na recuperação de pacientes queimados;
VIII – esfoliação corporal, bandagens, massagens cosméticas, banhos aromáticos e descoloração de pêlos;
IX – drenagem linfática corporal;
X – massagem mecânica, vacuoterapia;
XI – eletroterapia geral para fins estéticos;
XII – depilação eletrônica.

Art. 4º Compete ao Tecnólogo em Estética:

I – a direção, a coordenação, a supervisão e o ensino de disciplinas relativas à
Estética Facial e Corporal;
II – o treinamento institucional nas atividades de ensino e de pesquisa na área de Estética Facial e Corporal;
III – a auditoria, a consultoria e a assessoria sobre cosméticos e equipamentos específicos de estética;
IV – o gerenciamento de projetos de desenvolvimento de produtos cosméticos e serviços correlacionados à Estética;
V – a elaboração de informes, de pareceres técnicos científicos, de estudos, de trabalhos e de pesquisas mercadológicas ou experimentais relativos à Estética e à Cosmetologia;
VI – a atuação em equipes multidisciplinares dos estabelecimentos de saúde quanto aos procedimentos de dermatologia e de cirurgia plástica.

Art. 5º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão, em 24 de abril de 2003.
Deputado HENRIQUE EDUARDO ALVES residente ÉTICA PROFISSIONAL DO ESTETICISTA
A nossa constituição Federal é clara quando proibi a discriminação religiosa,
social, racial e política. Devendo o Estetista atender seus clientes sem restrições, mantendo uma posição solidária e humana. È inescusável que o esteticista não conheça o código de ética do esteticista e desconheça a Constituição Brasileira, devendo o profissional obter conhecimento do que a Lei proibi para somente de posse desse conhecimento ter segurança e domínio para fazer o atendimento. O esteticista deve está habilitado em curso técnico em Estética ou superior em Tecnologia em Estética, para que tenha permissão em assumir a profissão. Sendo assim, o profissional de Estética assume responsabilidade perante o Estado e a FEBRAPE, devendo ter capacidade de atuar em sua ação prática no manuseio de cosméticos específicos e equipamentos relacionados a estética, bem como; conhecimento de anatomia e fisiologia da pele.
Para um bom profissional , deve-se atualizar em conhecimentos técnicos e
científicos, apresentar-se zelosamente, ter atitude honrosa, resguardando os
interesses dos clientes sem prejuízo da dignidade. A avaliação em anamnese
estética do cliente é fundamental para a indicação de procedimentos estéticos, de acordo com cada tipo e alteração de pele . Para a recuperação da pele, o profissional deve executar todas as técnicas existentes na tecnologia estética, desde que seja adequada e reconhecida cientificamente. È fundamental para um bom desempenho que o ambiente de trabalho esteja padronizado conforme exigência da vigilância sanitária, e que o esteticista tenha domínio a técnica no manuseio dos equipamentos eletro-estético ao aplicá-los em seus clientes. É essencial que possua agilidade, coordenação motora, percepção, paciência, hábitos de higiene de si mesmo e do ambiente.

3.1 ESTÉTICA E O CÓDIGO PENAL

Das lesões corporais È vedado ofender a integridade corporal ou saúde de outrem, sob pena aplicada nos rigor da lei. segundo o artigo 129 CP.
É PROIBIDO POR LEI

● o esteticista anunciar cura seja da pele ou outras enfermidades;
● usar títulos que não possua que não foi habilitado- especializações;
● praticar atos de deslealdade com o colega de profissão e seus clientes,
● prescrever medicamentos
● injetar substâncias ou praticar atos cirúrgicos
● publicar trabalhos científicos sem citar bibliografias;
● o profissional de estética deve fazer cumprir a LEI, sobre o risco de ser
responsabilizado pelo ato cometido. Responderá administrativamente e em
caso de lesão corporal, responderá criminalmente.

3.2 ESTÉTICA E DIREITOS ADQUIRIDO POR LEI

É legitimado ao profissional de estética devidamente formado em cursos
Técnicos e de Tecnologia superior o exercício de:

● a técnica de Drenagem Linfática Manual
● pré e pós-cirúrgico e ademais procedimentos estéticos
● ultra-som estético
● endermoterapia
● vacuoterapia
● equipamentos em geral relacionado a estética
● honorários
● direito a recursos judiciais mediante advogados
● adquirir centro de estética
● centro de beleza
● estabelecimento direcionado á estética.

3.3 Ambiente de Trabalho

O ambiente de trabalho deve ser calmo e silencioso para proporcionar
relaxamento ao cliente. O cliente deve estar confortavelmente instalado e , no caso da drenagem linfática manual da face, a maca estará levemente erguida para que a gravidade auxilie na drenagem. A pele deve estar completamente limpa, sem cosméticos que poderiam dificultar o tato e provocar o deslizamento dos dedos sobre ela, o que não deve ocorrer. Em alguns casos, como os de acne e pós-cirurgia plástica, a drenagem pode ser aplicada sobre compressas de gaze umedecidas em soro fisiológico.


CONCLUSÃO

PROF. DR. ALBERT LEDUC – UNIVERSIDADE BÉLGICA – DISCÍPULO DE
VODDER

Ao aprofundar meus conhecimentos “pessoalmente” com prof. Dr. ALBERT
LEDUC, certifiquei-me de que a DLM vem sendo acoplada por muitos nomes que formalizam uma nova versão, em verdade, vem trazendo grande confusão aos iniciantes da terapia e até mesmo para muitos profissionais que atuam há muitos anos. Sinto-me honrada ao transmitir a todos que ansiosamente buscam aprofundar suas pesquisas através desse manual específico. Digo vos em verdade, aquele que pretende ingressar na área da Estética, deve estar sempre em consonância com a Lei, com o interesse social e a verdade , lembrando, que a humildade e a ética, é o segredo para alcançar o sucesso.
Ao investigar a verdade, deve-se absorver mais profundamente o
conhecimento, para que de posse deste conhecimento tenha segurança no proceder de forma correta ao aplicar a técnica da DLM, discernindo em cada caso específico.
È inescusável o fato de não se conhecer o trajeto linfático, bem como a circulação artério-venosa e suas funções, pois somente de posse desse conhecimento, se obtém condições para efetuar com precisão a DLM no pós-operatório e aos atendimentos à gestantes.
Albert Leduc, prof. Dr. Da Universidade de Bruxelas-Bélgica vem conduzindo
seus discípulos ao profundo conhecimento na especificidade da fisiologia linfática.

1 Drenagem Linfática Manual

Para LEDUC, não basta definir a drenagem linfática apenas como mais uma
massagem ou diversificá-la para atrativos e recursos econômicos. Não se pode
simplesmente aplicar as variadas técnicas de massagens e afirmar ser drenagem linfática manual. Compreende-se que o sistema linfático é um mecanismo e seu funcionamento é unidirecional, apenas uma só direção, em sentido a pequena circulação(o coração).
Leduc em sua seriedade profissional busca a melhor formação para seus
discípulos, introduzindo a verdade sobre a drenagem linfática manual, esta deve estar em consonância com a fisiologia humana que dará sustentação para o conhecimento do sistema linfático e a eficácia da técnica da DLM. Portanto, busquem o profundamento do conhecimento, a base científica e com certeza terão a conclusão do que é a “verdade”.

Janaína Tissi
Pós-Graduada em Fisiologia do Exercício
Profa. Especialista do Curso Superior de Tecnologia em Estética.
Esteticista especialista em Drenagem Linfática diplomada pelo prof. Dr. LEDUC
Técnica em Estética – UFPR
Acadêmica em Direito OPET
Acadêmica em Enfermagem


REFERÊNCIAS:

- COTRIM GILBERTO. Fundamentos da Filosofia, 15ª ed. São Paulo: Saraiva,
2000.
- SILVA. DE PLÁCIDO. Vocabulário Jurídico Conciso, 1 ed. Rio de Janeiro:
Forense, 2008.
- LEDUC. A; LEDUC O . Drenagem Linfática Teoria e Prática, 3ªed. São Paulo:
Manole, 2007.
- GIRARDI, L; QUADROS,O J de. Filosofia. 13 ed. Porto Alegre: Acadêmica, 1988.
- SANTOS; M ; F dos. Teoria do conhecimento. 2 ed. São Paulo: Editora e Livraria Logos, 1956.
- TISSI JANAINA F, R Drenagem Linfática Manual Pré e Pós-Operatória de
Cabeça e Pescoço: 9º Congresso Brasileiro de Clínica Médica, Curitiba 2007.
- TISSI, JANAINA DE FÁTIMA RODRIGUES. 1969 Drenagem Linfática. Acervo
UFPR, 2005.
- TISSI J. F.R. DLM Pré e Pós-Operatório de Cabeça e Pescoço, Revista
Personalité, São Paulo, 2008.

SITES:
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp
http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp

http://www.opet.com.br/comum/paginas/arquivos/artigos/DRENAGEM_LINFATICA_MANUAL_POS-OPERATORIA_NA_ODONTOLOGIA.pdf.Tissi Janaína



Fonte: http://www.opet.com.br/artigos/pdf-pg-artigos/estetica_direito.pdf